MODELAGEM INTEGRADA DA ADSORÇÃO DE ISONIAZIDA EM QUITOSANA EM UM SISTEMA AQUOSO MODELO

Autores

  • Rosalina Coelho Jacome UFCG - Centro de Educação e Saúde (CES)
  • Isane Rafaela Florêncio Rocha UFCG - Centro de Educação e Saúde (CES)
  • Wendeberto Soares de Freitas UFCG - Centro de Educação e Saúde (CES)
  • Fernanda Dayenne Alves Furtado da Costa UFCG - Centro de Educação e Saúde (CES)
  • Wellington Sabino Adriano UFCG - Centro de Educação e Saúde (CES)

DOI:

https://doi.org/10.20438/ecs.v13i1.732

Palavras-chave:

adsorção, isoniazida, quitosana, cinética, isotermas, purificação de antibiótico

Resumo

A adsorção de isoniazida em quitosana foi investigada por isotermas, cinética e modelagem de transporte de massa. As isotermas ajustaram-se melhor ao modelo de Langmuir ( = 0,984), indicando adsorção em monocamada e capacidade máxima de 55,20 mg.g⁻¹, favorecida por interações eletrostáticas em pH ácido. O modelo de dois sítios revelou mecanismos rápidos e lentos, enquanto o método de Boyd evidenciou transição do controle superficial para o difusivo. O modelo de difusão e transporte convectivo (DTC) indicou baixa difusividade inicial (D₀ = 1,07 × 10⁻⁹ m².s⁻¹) e dependência com a concentração (α = 2,97 L.g⁻¹). A análise das resistências confirmou o predomínio difusivo (Rdifusiva = 98,7% da resistência total; Bim =1,9), tornando irrelevante a otimização convectiva. A combinação dos modelos DS, Boyd e DTC ofereceu uma visão abrangente do processo de adsorção ao longo do tempo, mostrando desde a ocupação inicial dos sítios superficiais até a retenção em sítios internos de maior afinidade. Os dados obtidos evidenciam que a quitosana apresenta grande potencial como adsorvente renovável e biodegradável para separação/purificação de isoniazida ou tratamendo de efluentes contendo antibiótico, sendo uma alternativa viável para sistemas de tratamento de efluentes farmacêuticos que precisam ser econômicos e eficientes.

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Publicado

06-04-2026